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Costurando silêncios

Ultimamente meu bloco de notas no celular tem acumulado textos soltos, ou pensamentos que vou tentando costurar... frases que a madrugada insiste em registrar: As palavras não ditas. As fotos não publicadas. Os convites inexistentes. A falta de prioridade. A distância não percorrida. A resposta silenciada. Tudo se acumula e ecoa. O tempo passa e nem tudo permanece. Cada vez mais, quero problematizar menos. Cada vez que aumentamos o drama, nós sorrimos menos. Quero enxergar mais, pessoas e possibilidades reais. Não preciso de pena ou aceitação. Não espero que entenda algo que você não vivencia. Mas respeite meu tempo, minha história e meus sonhos.

Coincidências

Justamente quando um novo caminho se apresenta, deixando outro trajeto para trás, é que a vida nos reaproxima. Será mesmo apenas coincidência? Lanço essa pergunta ao universo, sem a pretensão de encontrar a resposta. Mas se você aí do outro lado tiver outra explicação, por favor compartilhe comigo, junto de uma xícara de café.

Adiante!

Mais uma vez a vida me traz de volta para cá - essa página em branco onde posso expressar meus sentimentos. Há muito tempo não retornava, nem sequer me lia. Hoje foi um misto de saudade e alívio, por me reencontrar nesse lugar de aconchego, quase como alguém que me recebesse de braços abertos para uma nova viagem. É justamente assim que me sinto, com essa ansiedade confusa de quem faz uma viagem ao desconhecido. E que retorna mais confiante, fruto do autoconhecimento necessário. Vamos adiante!

Abrir os olhos

De repente, você percebe que precisa deixar algo pra trás...  Mais do que nunca, é preciso olhar pra frente. Olhar mais para você e não tanto para o outro. Abrir os olhos para enxergar EM VOCÊ todas as possibilidades outra vez. É hora de renovar os sonhos para poder voltar a sorrir.

cabe tanto dentro de um TALVEZ...

Talvez ela só o quisesse sentir mais perto... talvez não conseguisse mais disfarçar, talvez não conseguisse mesmo era desviar os olhos, a alegria de, novamente, ter os olhos dele repousando sobre os dela. Talvez as palavras se desencontrassem... talvez os assuntos importantes estivessem nas entrelinhas, talvez fosse apenas a vontade de um abraço, ou tudo misturado nessa inquietude intensamente pulsante. Talvez seja algo vivo na memória... talvez sejam coincidências demais, talvez seja mesmo ausência de coragem, ou a simplicidade do amor, desde o início. Talvez!